terça-feira, 14 de julho de 2009

O CAMINHO PARA A RIQUEZA INFINITA

Quanto mais aumentar a verdadeira riqueza, maior conforto e benefício ela trará à humanidade e jamais poderá ser um produto da exploração. Uma riqueza resultante da exploração não é riqueza verdadeira. Esta não foi recebida, verticalmente, de Deus, pois foi tirada de outras pessoas, horizontalmente.
Para obtermos riqueza, devemos ter primeiramente a idéia correta de riqueza. Não devemos pensar que "riqueza" é uma coisa limitada. Se imaginarmos uma "riqueza limitada", nós já estaremos limitando a riqueza. Somente imaginando uma riqueza ilimitada é que poderemos concretizar a "riqueza ilimitada".
Sendo Deus o todo de tudo, a riqueza está contida n'Ele. Portanto, não é necessário buscarmos isoladamente a riqueza. Basta que busquemos a Deus. Este é o motivo pelo qual Jesus respondeu: "Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao senhor teu Deus adorarás, e só a Ele darás culto". Não precisamos adorar Satanás, que promete todas as riquezas do mundo, pois, se adorarmos a Deus, que é o todo de tudo, teremos tudo, inclusive a riqueza. Jesus disse a esse respeito: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas".
Se mentalisarmos: "Apareça aqui, riqueza!, aparecerá aqui a riqueza, e se mentalisarmos: "Desapareça daqui, riqueza!", desaparecerá daqui a riqueza. Todavia, a maioria das pessoas mentaliza: "Desapareça daqui, riqueza! Assim, é natural que seja concretizada a pobreza em vez de ser concretizada a riqueza.
A quantidade da nossa riqueza está unida ao nosso conceito de "Riqueza". Se quisermos obter maior riqueza, devemos ter em mente que a riqueza vem do ser infinito chamado Deus.
Porém, não nos basta pensar que a fonte de provisão da riqueza é infinita. Se a fonte de toda riqueza é Deus, precisamos reconhecer que todas as riquezas atuais (por menor que elas possam ser) são dádivas de Deus, e agradecer. Se não agradecermos às coisas que temos atualmente, não nos será dada outras coisas. Mas isso não quer dizer que Deus recusa dádivas a quem não agradece. Significa que quem não sintoniza com a transmissão atual não conseguirá sintonizar com a transmissão subsequente. Agradecer é sintonizar com a dádiva recebida.
Por mais que atualmente apareçam a pobreza e a imperfeição ao nosso redor, isso não significa imperfeição ou escassez das dádivas de Deus. Mesmo que atualmente em nosso aparelho de rádio não apareça o programa transmitido, ou apareça de forma imperfeita, isso não significa que a transmissão seja imperfeita. É como se a frequência das ondas do nosso aparelho de rádio não estivesse sintonizado com a da emissora. Por isso, se nós sintonizarmos com a frequência das ondas da emissora de Deus, poderemos receber todas as dádivas de Deus assim como um aparelho de rádio sintonizado pode receber os programas que estão sendo transmitidos. Para podermos sintonizar melhor com a frequência das ondas da emissora de Deus, devemos agradecer aos programas que estamos recebendo atualmente. Mais ainda, devemos dirigir o pensamento, não para a pobreza ou imperfeição eventualmente manifestadas, mas para a provisão infinita e perfeição que se encontram atrás das aparências imperfeitas, conscientes de que estas nada mais eram que a projeção do nosso próprio pensamento.
A provisão de Deus ainda não manifestada no mundo fenomênico é semelhante às ondas de rádio que ainda não foram captadas pelo receptor. Para captarmos esta provisão ainda invisível, devemos agir acreditando que ela já existe. O que pensamos durante muito tempo é o que se materializa no mundo fenomênico. Por isso é natural que se materializem a infeicidade, a doença ou a pobreza, se nelas pensarmos constantemente.
Para que possamos prosperar, precisamos eliminar todo e qualquer pensamento de escassez ou de fracasso, e visualizar sempre em nossa mente o aspecto do Jisso(o aspecto real, a realidade Perfeita criada por Deus), onde recebemos a dádiva infinita como filhos de Deus. À medida que conseguimos visualizar esse aspecto, vai se manifestando a provisão infinita neste mundo fenomênico.

Extraído do livro: LIÇÕES PARA O COTIDIANO de MASAHARU TANIGUCHI

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